Sexta-feira, 4 de Abril de 2008
Vanity Fair - Entrevista Traduzida [Parte 2,3 e 4]
Parte 2
VF: Como eram as tuas notas?
BK
: Boas. Eu sempre tive uma média de 1,8. Isso é que irritava mais os professores.

VF: Os professores tinhamautorização para te magoar?
BK:
Não muito. Eu não era um louco que roia as unhas. Eu sempre fui muito auto-confiante. Eu ia para a escola assim porque eu sabia que toda a gente ia olhar e os professores iam falar disso (de ir com as unhas pintadas e o cabelo em pé). Eu gostava disso. Eu queria chamar à atebção com o meu estilo. As pessoas deveriam falar de mim.

VF: Há pouco tempo atrás, voces terminaram o ensino secundário via correio. Isso foi importante para diferenciar uma omolete do Hamlet?
BK:
Bem, alguém teria de dizer a diferença. Mas o sistema da escola e pouco individual. Porque +e que eu estudo matemática se eu sei que nunca mais precisarei disso na minha vida? Eu comecei com a música no 8º ano. Toda a gente ficou boquiaberta. Mas só aprendemos os CVs (?) do coração de algumas pessoas - nenhuma inspiração. Eu sempre tive más notas na música a cantar porque tinhamos de cantar as músicas de outros artistas. Era horroroso!


VF: Será que aquilo que dizem de que a música é um bilhete de saída da melancolia da provincia aplica-se a ti?
BK:
Sim! Eu sempre pensei: Quero sair desta aldeia de m****, onde toda a gente conhece toda a gente! O pior de tudo é a vida diária. Eu odeio isso. É por isso que os Tokio Hotel são a coisa certa para mim. Todos os dias é diferente: Novas cidades, novas pessoas.

 

 

Parte 3
VF:Será alguém um dia tão importante como o Tom é para ti?
BK:
Não. Eu naõ poderia imaginar a minha vida sem o Tom. Ningúem consegue descrever o quão próximos nós somos. É algo extraordinário. Temos muitas vezes os mesmos pensamentos e sonhos. Acho que nem precisamos de falar um com o outro.

VF: Muitos gémeos idênticos vêem as suas semelhanças como e fazem paisagns destruidoras.
BK:
Discutimos é claro. Mas quando temos uma discussão, é mau. Agredimo-nos e damos socos um ao outro. Hà um ano atrás agredimo-nos um ao outro com cadeiras num quarto de hotel. Mas não fomos por ai além. Batemos com a porta, um de nós desapareceu e dez minutos depois já nos estavamos a falar.

VF: Quem é o mais próximo de ti? O Bill pintado ou o natural?
BK:
Definitivamente o pintado. O Bill natural é como uma máscara para mim. Eu também andaria assim na rua se não fosse famoso. Pertence-me totalmente.

VF: Quem visitas na tua terra natal?
BK:
A minha familia.

VF: As crianças famosas são dos artistas mais "corrompidos" porque se destroem a eles próprios quanto mais velhos forem. Fingirias que tinhas uma falha de vez em quando só para que a tua imagem fosse mais interessante?
BK:
É bom mostrarmos que não somos perfeitos. Mas eu não quero fazer isso. Fazer algo para que os teus fãs se preocupem contigo e não te deixem é mau. O que eu odeiei mais no principio foi que as bandas mais velhas e pessoas da editora punham rótulos para me mostrarem como isto funciona. Isso não funciona como conselho! Na nossa primeira vez com a editora, eles queriam dar-nos um estilista que iria trabalhar a nossa imagem. Eu continuou a não ter um estilista que me diz o que devo ou não vestir. Isso iria constringir-me. Nós decidimos sobre todos os concertos ou contractos por nós próprios porque achamos que é muito mau não ser auto-determinado.

VF: Quem está autorizado a dizer-vos "não"?
BK:
Ninguém. Nem o nosso manager nem a editora. Os únicos a quem eu continuo a ouvir são os meus melhores amigos e a minha família. Quando a minha mãe me diz "Bill, isso é completamente louco!" eu iria pensar sobre o assunto.

VF: Os vossos pais ainda continuam em cima de vocês?
BK:
Vou ter de dizer, a nossa mãe nunca fez isso. Fazer os trabalhos de casa era opcional. Ela deixava-nos livres mas sempre nos vigiava. Há uma grande confiança entre nós. Somos como amigos. Não há nada que eu não contaria á minha mãe. E nunca tive um segredo de que ela nunca soubesse. Quando cheguei pela primeira vez a casa embriagado ela disse-me para pensar sobre o que fiz, mas não precisava de ter medo dela.

VF: A tua mãe diz para não ligares ao teu cabelo nem que seja só no Natal?
BK
: Não. Ela não se importa. Eu pintei o meu cabelo pela primeira vez aos 9 anos. Ele já esteve entre verde, azul, branco e preto. Eu fiz o meu piercing na sobreancelha aos 13 anos.

Cerca de 200 adolescentes femininos caem de extase nos vossos concerros, elas seguram cartazes com slogans "Fuck Me Through The Monsoon". Como se sentem quando esses milhões de raparigas projectam em vocês as suas fantasias sexuais?
BK:
Para ser sincero, não penso muito nisso. às vezes olhamos uns para os outros e temos de rir porque não conseguimos imaginar que alguém tenha os nossos posters nas suas paredes. Mas eu sempre achei fixe poder estar pendurado nas paredes de alguém. No passado, eu sentava-.me no meu quarto a pensar no que o meu idolo Nena estaria a fazer, onde estaria e no que estaria a pensar. Agora até posso acreditar que as pessoas se sentem nos seus quartos e pensem em mim. Para mim, eu sou tão normal, somos tão pouco especias para cada um. Somos para nós mesmos.

VF: Quantas vezes pensas em ti na terceira pessoa?
BK:
Às vezes. Mas acidentalmente. Quando não estou motivado para fazer alguma coisa, penso: Bill deverias fazer isso de qualquer maneira, porque é bom para a banda.

VF: A vossa aparência calma em público aparentam ser "arrogantes" para algumas pessoas. Há aí alguma diferença entre o personagem Bill e o Bill real?
BK:
Guardamos algumas coisas para nós mesmos. Mas aparte disso, não há grandes diferenças. Nos últimos três anos temos andado a correr sem parar. Não há uma paragem quando chegas a algum lado e tens algum tempo privado. Mesmo em tour há camaras atrás de ti o dia inteiro, 24 horas por dia. (...)


VF: Aqueles quie invejamos raramente se sentem invejáveis. O que é mais irritante em ser o Bill?
BK:
O meu maior problema é confiar. Eu dificil acredital em alguém e deixar-me levar. Nos últimos anos eu não fiz muitos amigos novos e nunca me apaixonei. Quando conheço alguém sou muito cuidadoso e céptico e penso: O que está por detrás disto? Infelizmente quando alguém conhece alguém torna-se estranho ou vão contar tudo a imprensa. Se eu não fosse famoso, eu talvez me apaixona-se por alguém que já conheço à muito tempo.


Parte 4

VF: Quem te traiu mais?
BK
: Eu não me deixei levar a um ponto em que alguém pudesse fazer isso. Eu visto um escudo. Sair e conhecer alguém sem contar a ninguém antecipadamente é a maior coisa que tens de esquecer. A minha vida é a vida que eu sempre quis.

VF: No problema da confiança é que muitas vezes razão para as estrelas sairem com outras estrelas?
BK
: Sim. A Angelina Jolie não se tem de preocupar se o Brad Pitt está com ela apenas para ficar famoso. Uma celebridade prefere arranjar alguém que tenha a mesma vida que ela. As minhas namoradas nunca entenderam porque é que eu ia para a sala de ensaios depois da escola e porque preferia actuar em bares no fim-de-semana em vez de ficar com frente à TV com elas. Claro que é muito mais dificil hoje em dia. Quem quer viver a esta vida contigo? E claro que a pessoa terá de entender que não podes sair durante toda a vida.

 

VF: Quando foi a última vez que estiveste apaixonado?
BK:
Há três anos e meio atrás. Ainda não encontrei o meu grande amor. Acho que nem toda a gente o encontra. E se encontrar, é só um. Na minha situação, vou precisar de muita sorte para o encontrar.

VF: Com 18 anos, não preferes curtir com alguém de alguma forma?
BK:
Não sei. Precisamente por causa desta vida eu prefiro encontrar o meu grande amor em vez de curtir. Eu quero partilhar o pouco tempo livre com alguém em que eu sei: Está é a tal!

VF: Já disseste "Amo-te" a uma rapariga?
BK:
Sim. Mas eu não deveria. Eu deveria ter dito "Gosto de ti". A mais velha que eu tive, a mais séria, eu precebi essas diferenças. O Tom provavelmente diz "Amo-te" a uma rapariga para a levar para a cama.

VF: Vocês competem pelas raprigas?
BK:
Gostamos do mesmo tipo de raparigas. E as nossas namoradas eram sempre amigas mutuas. E isso era bom porque elas saiam juntas connosco. O nosso primeiro beijo aconteceu com a mesma rapariga. O Tom foi o primeiro. No dia seguinte, ela beijou-me a mim. No fim acabamos com ela. Ó meu deus, pensamos que era horrivel - o beijo foi horrivel.

VF: Que idade tinhas?
BK:
Onze. Ela tinha mais três anos e era mais experiente.

VF: Quando é que o tom teve sexo pela primeira vez?
BK
: Aos 14 anos, se me lembro.
 
Tradução por THF Portugal


quem escreveu foi... Princess às 15:45
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